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27 ago |
A partir de 30 de agosto, sacolas plásticas deixam de ser distribuídas em Jundiaí |
A partir do dia 30, a cidade de Jundiaí vai banir as sacolas plásticas em mais de 70 estabelecimentos! Graças a uma parceria entre a Prefeitura da Cidade, Associação Paulista de Supermercados (APAS), Sindicato do Comércio Varejista, Câmara de Dirigentes Lojistas e os empresários supermercadistas da região, a cidade se unirá à Xanxerê e outras cidades catarinenses que baniram as sacolinhas por ação voluntária coletiva.
Para atrair a população para o movimento, foi criada a campanha: “Vamos tirar o planeta do sufoco”. Com uma identidade visual super bacana, várias peças publicitárias e adesivos, eles pretendem mostrar à comunidade que esta é uma mudança necessária e que trará benefícios para a manutenção da vida na Terra.
Para facilitar a adaptação do consumidor a esta mudança radical em seu dia a dia, os agentes da ação irão trabalhar a conscientização e esclarecer sobre alternativas para acondicionar as compras, mostrando que existem opções com menor impacto negativo no meio ambiente e que podem, ainda, ser também muito práticas.
Os comerciantes oferecerão sacolas retornáveis de TNT que suportam até 15 Kg pela módica quantia de R$1,85. Caso o consumidor tenha esquecido sua sacola retornável, caixas de papelão estarão disponíveis gratuitamente e sacolas de plástico biodegradáveis por R$0,19 (estas sacolas são produzidas a partir do amido de milho, são compostáveis).
Torcemos para que a população de Jundiaí apoie a iniciativa e transforme a cidade em mais um exemplo de que a mudança de hábitos em prol de um futuro mais limpo é não só possível como muito mais fácil do que se pensa!
VAMOS TIRAR O PLANETA DO SUFOCO!! Faça a sua parte! Use sacolas retornáveis.
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26 jul |
O exemplo de Xanxerê contagia mais 5 cidades! |
Xanxerê, em Santa Catarina, foi a primeira cidade do Brasil a banir sacolas plásticas de maneira voluntária: sem que qualquer lei fosse necessária, a comunidade de Xanxerê, seu governo e seus varejistas, se uniram para reduzir o impacto ambiental causado pelas sacolas plásticas e, coletivamente, baniram o item de seu cotidiano. Cerca de 1 milhão de sacolas plásticas deixam de ser consumidas e descartadas por mês na cidade!
Depois da bem-sucedida iniciativa, outras 14 cidades dos arredores adotaram o modelo de Xanxerê e mais 5 estão em vias de iniciar suas experiências.
Abaixo, flyer elaborado pelo Lions do Distrito LD 8, parabenizando a iniciativa de Xanxerê e também estimulando a adoção de sacolas retornáveis e a recusa de sacolas plásticas.
O Jornal Zero Hora também comentou a boa experiência catarinense e falou das alternativas para acondicionamento de compras e lixo. Acesse a matéria aqui: Zero Hora – Julho 2010.
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19 jul |
Entenda melhor a lei de sacolas plásticas do Rio |
A entrada em vigor da lei de sacolas plásticas no Rio deu o que falar e foi notícia nos maiores telejornais do País. Se você não viu na sexta-feira, assista aqui e entenda melhor o que muda com esta lei pioneira. Fiquemos atentos!
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26 abr |
Sacolas plásticas na Grande Família! |
No epsódio do dia 8 de abril – “Xô, perereca!”, a Grande Família discutiu a questão do consumo exagerado de sacolas plásticas! Você assistiu??
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23 abr |
Reunião com parceiros avalia a campanha Saco é um Saco |
Nesta segunda, dia 19, aconteceu em Brasília a reunião de avaliação da campanha Saco é um Saco com os parceiros institucionais da iniciativa do Ministério do Meio Ambiente.
Estavam presentes Walmart, Carrefour, CNT, Eco21, Kimberly-Clark, ABRAS, Akatu, Rádio Câmara e a empresa Fotossíntese, que produziu nosso hotsite. Foram sentidas as ausências da CPFL e Gol, que não puderam comparecer mas enviaram seus comentários por email.
A Secretária Samyra Crespo apresentou os resultados da campanha até o momento, com números expressivos de redução de sacolas plásticas – cerca de 600 milhões em 10 meses de campanha – e mais de 200 mil sacolas retornáveis distribuídas pelo MMA e seus parceiros. A campanha Saco é um Saco inovou no uso de mídias, tendo feito uso de peças tradicionais como cartazes e panfletos, mas também investido em vídeos virais e redes sociais na internet. O Twitter da campanha tem mais de 700 seguidores e os vídeos foram vistos mais de 100 mil vezes!
O MMA e os parceiros consideram a campanha muito bem-sucedida, não apenas por ter impactado diretamente na redução do consumo de sacolas plásticas, mas por ter introduzido o debate sobre o tema de forma tão real na sociedade brasileira que todos os envolvidos direta ou indiretamente com a questão das sacolas plásticas se viram obrigados a responder o que estão fazendo para mudar esta situação.
Os parceiros apresentaram suas iniciativas dentro do espírito da campanha. As maiores redes supermercadistas do Brasil, Carrefour e Walmart, contaram como seus programas têm ajudado seus clientes a adotarem novos hábitos. O Walmart já reverteu quase R$ 700 mil aos clientes que recusam sacolas plásticas em seu programa de descontos – desconto de R$ 0,03 a cada cinco itens. Já o Carrefour, anunciou que após a boa resposta dos piracicabanos, deverá estender a mais lojas o programa de banimento de sacolas plásticas ainda este ano – nos primeiros 15 dias de implementação, os clientes do Carrefour recebem sacolas retornáveis gratuitamente!
A campanha Saco é um Saco tem mais de 80 apoiadores espontâneos: secretarias de meio ambiente estaduais e municipais, rádios, empresas privadas e ONGs que aderiram à nossa causa e ajudam a espalhar a mensagem de respeito ao planeta através do gesto simples de recusar uma sacola plástica. Os parceiros ficaram encantados com as inúmeras ações promovidas pelos apoiadores em suas comunidades.
Em breve disponibilizaremos o resumo das apresentações feitas durante a reunião, para que todos possam avaliar por si as ações da campanha.
O grande sucesso do nosso esforço se mostrou na unanimidade que declarou que a campanha Saco é um Saco deve continuar!
E você, o que acha da campanha?? Também acha que ela deve continuar?!
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05 abr |
O exemplo de Xanxerê está contagiando os municípios de SC |
Depois que Xanxerê, através da mobilização de empresários, governo e comunidade, baniu a distribuição gratuita de sacolas plásticas na cidade – em um ano, o consumo de sacolas plásticas caiu em 85%! – vários municípios de Santa Catarina seguiram o bom exemplo!
No dia 25 de fevereiro, o município de Ponte Serrada parou de distribuir sacolas plásticas de forma gratuita.
Ponte Serrada se une a Xanxerê, Xaxim, São Lourenço do Oeste, Mondaí, São Domingos e Seara, que já baniram as sacolas plásticas. Em 12 de abril, será a vez de Pinhalzinho suspender a distribuição gratuita das sacolinhas.
Parabéns ao povo catarinense e sua atuação efetiva para reduzir o impacto ambiental causado pelas sacolas plásticas! É incrível como é só questão de vontade e consciência. Vamos torcer para que mais e mais municípios sejam contagiados por esta ideia!
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23 fev |
Saco é um Saco – Made in China |
Estive na China no mês passado e tive a oportunidade de observar o boom do crescimento econômico desse país, no entanto essa transformação é chocante, pois se trata de 1,3 bilhão de pessoas, ou seja, 20% da humanidade. A rapidez com que essas pessoas mudam estilos de vida e aumentam o consumo é assustador. Se os chineses estiverem no rumo de realizar o sonho americano do consumo, que foi a percepção que eu tive, realmente é muito preocupante.
Mais consumo significa mais lixo e o resultado final é claro, prejuízo e danos ambientais. Segundo o World Watch Institute, estima-se que a China produz a cada ano 150 milhões de toneladas de lixo, o equivalente a 15% do total mundial. A previsão do Governo de Pequim é que o volume do lixo urbano chegue a 400 milhões de toneladas em 2020, o equivalente a tudo que foi produzido em 1997.
A maior parte do lixo na China não é reciclada e termina em aterros sanitários ou em lixões espalhados pelo País. Cerca de 7 bilhões de toneladas de lixo se acumulam sem receber tratamento adequado. Segundo estatísticas oficiais, 70% do lixo está em aterros sanitários, enquanto 20% são queimados e usados como adubo, e apenas 10% são reciclados.
O lixo produzido nas atividades cotidianas dos chineses é enorme. Só em sacolas plásticas são 3 bilhões por dia, a maioria das quais descartadas de maneira inadequada provoca severos impactos ambientais. O uso de sacolas de plástico começou a ser coibido em julho de 2008, quando entrou em vigor a lei que obriga todos os estabelecimentos comerciais a cobrarem pelo produto, para estimular o uso de sacolas de pano, reutilizáveis. Antes de a medida começar a valer, vários supermercados de Pequim começaram campanhas de conscientização de seus clientes que incluíam a venda ou a doação de novas sacolas.
Em alguns supermercados e centros de compras, notei que apesar da proibição, a lei não é tão espartana assim, estes acabam fornecendo uma ou outra sacolinha. No entanto, a lei funciona razoavelmente bem, pois boa parte da população leva suas sacolinhas de pano para as compras. Nos supermercados, as poucas sacolas distribuídas suportam até 8 kg, e mais, a empacotadora aproveita a capacidade total da sacolinha. Já em outros lugares turísticos, como a principal loja de souvenir da cidade proibida, a cobrança pelas sacolas, alguns cents de yuans, e todo mundo paga sem reclamar. Sei que o valor é irrisório, mas considero muito importante, principalmente por ser um ponto turístico, a redução do uso desse material deve ser global.
Em Pequim, também não existe a discussão da alternativa de sacolas oxi-biodegradável ou de sacolas biodegradáveis. Foi proibido e pronto! Não existe alternativa ou acaba o consumo de saco plástico ou acelera a bomba relógio do descarte de lixo na China.
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08 fev |
Quanto custa uma ecobag? |
Quanto custa uma ecobag?
Fernanda Altoé Daltro
Coordenadora Técnica da Campanha “Saco é um Saco” do Ministério do Meio Ambiente
Artigo publicado na Revista Eco21 – Edição de Dezembro de 2009
O mercado de ecobags só cresce. As maiores redes de supermercados já venderam, juntas, mais de 4 milhões de sacolas plásticas. Nos últimos dois anos, tanto se falou sobre os impactos ambientais das sacolas plásticas que, a julgar pelos números de ecobags vendidas, a sociedade brasileira parece ter internalizado a mensagem. Seria sinal dos tempos: as sacolas não são vendidas apenas por serem bonitas, mas especialmente por ser a melhor alternativa para transporte de compras que dispensa as sacolas plásticas?
Talvez seja cedo para avaliar, mas o fato é que as sacolas retornáveis caíram no gosto popular e conquistam cada vez mais brasileiros e têm substituído com estilo as famigeradas sacolas plásticas em feiras, supermercados e shoppings centers. Elas têm os mais diferentes formatos, cores e tipos, e são feitas dos mais diversos materiais: tactel, juta, lona reciclada, algodão cru, algodão orgânico, ráfia, tecidos estampados, lisos, listrados, em tamanho pequeno, grande, médio ou gigante.
Observando o crescimento da demanda, comerciantes em geral – desde hipermercados, farmácias, padarias, até lojas de grife – têm oferecido inúmeras opções de sacolas retornáveis a seus clientes, a preços bem variados… Há sacolas de R$ 1,00, mas há também as de R$ 2,50, R$ 4,50, R$ 5, R$ 10, R$ 14 e até de R$ 60 ou mais! O preço das ecobags mostra que o negócio, inicialmente com motivação ambiental, tornou-se fonte de renda, mais um item de venda nas lojas.
Estes preços têm desencorajado consumidores que querem fazer a coisa certa – recusar sacolinhas plásticas – a fazer disso um hábito. Muitos percebem a estratégia de fazer da sacola retornável mais um item de venda e se recusam a adquirir uma ecobag. Esta inversão nos objetivos dos comerciantes – antes, atender uma demanda do consumidor consciente, agora, melhorar as vendas de um item – provoca também uma inversão no comportamento deste mesmo consumidor, que passa a antipatizar com as sacolas vendidas a preços cada vez mais altos.
As sacolas retornáveis têm um propósito: a retomada de um hábito antigo, porém atualíssimo, de utilizar o que é durável, dispensar o descartável, pensar no meio ambiente e na herança que deixaremos para nossos filhos e netos. Devem ser vendidas já que não devem ser dadas (pelo risco de se tornarem descartáveis, como as plásticas), mas sua venda deve ser feita sob um ângulo diferente: o de serviço à sociedade e ao meio ambiente. Sim, pelo menos por ora, enquanto este hábito vem sendo estimulado, difundido, retomado, as sacolas não devem ser vistas como item de venda, do qual se pode obter lucro, mas como algo que representa um serviço à comunidade – o oferecimento de uma alternativa acessível e prática ao consumidor consciente.
A venda a preço de custo – com margem mínima de lucro, se necessário – trará a confiança daqueles que passaram a olhar inseguros à oferta escancarada de ecobags a preços exorbitantes, e a adesão de novos consumidores que querem fazer parte do movimento e dizer não às sacolas plásticas. A compreensão e co-participação dos comerciantes são fundamentais para que esse movimento cresça além das classes sociais mais ricas e possa se estender por toda a sociedade brasileira.
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05 jan |
Sobre sacolas retornáveis gratuitas |
Muita gente nos questiona sobre as sacolas retornáveis vendidas nos supermercados. Alguns dizem que elas deveriam ser gratuitas: um leitor do blog comentou que, já que estará levando a marca do supermercado por aí, a sacola deveria ser de graça. Outros leitores questionam sobre a vantagem dos comerciantes em não mais distribuir um item e, no lugar, passar a vender outro para o mesmo propósito.
Sacolas retornáveis do Carrefour
Afinal, as sacolas retornáveis deveriam ser gratuitas?
As sacolas retornáveis não podem nem devem ser distribuídas gratuitamente, sob o risco de tornarem-se as novas sacolas plásticas. Certamente, ninguém traria de volta sua sacola se pudesse ganhar outra na próxima compra… O consumo de recursos naturais continuaria, a quantidade de lixo também.
Um dos grandes problemas das sacolas plásticas é o consumo excessivo e o consequente desperdício. Quando algo é gratuito, tendemos a usá-lo sem responsabilidade – é o mesmo que ocorre com a água no Brasil, por exemplo, ou com a natureza como um todo até bem pouco tempo atrás. A gratuidade infelizmente traz essa contrapartida. Se as ecobags fossem gratuitas, quanto consumiríamos de algodão, juta, e outros materiais (que são recursos naturais também)? Além do que, eventualmente, esse monte de sacolas retornáveis acabaria no lixo, afinal, quantas sacolas resistentes podemos ter dentro de casa?
O segundo questionamento é sobre a vantagem que os supermercados estariam levando ao não oferecer sacolas plásticas gratuitas.
Há quem não saiba, mas sacolas plásticas são uma despesa para o comerciante, algo que ele tem de comprar e que não é vendido. Sim, estes custos são repassados aos consumidores, pulverizados nos outros produtos. O que talvez vocês não tenham se dado conta é que, uma vez que não haja este custo, eles não serão repassados, o que provocará uma redução – ainda que difícil de identificar – nos preços dos demais produtos. Uma grande rede de supermercados gasta cerca de R$ 50 milhões por ano com sacolas plásticas. Imaginou esse custo abatido no valor de outros produtos?!
Há ainda um terceiro questionamento sobre a substituição das sacolas plásticas por sacolas retornáveis é sobre um possível desemprego dos empacotadores.
Isso não ocorreria. Ainda que não usemos sacolas plásticas, continuaremos agradecendo a ajuda deles para guardar nossas compras em nossas sacolas retornáveis ou caixas de papelão – acelera o processo e a fila. Seus empregos não correm risco, pelo menos não pela inexistência de sacolas plásticas.
Nunca é demais lembrar que um sacola retornável é qualquer sacola resistente que você tenha em casa, pode ser de palha, de tecido, de plástico mesmo. Se tiver uma costureira por perto, qualquer sacola que ela costure – de tecido, de uma calça jeans, customizando uma sacola antiga – também servirá a este propósito. O que importa é usar alternativas para o transporte de compras e recusar as sacolas plásticas.

Ela não perdeu tempo e customizou a sacola distribuída em um evento
Temos que sair da zona de conforto de esperar que o comerciante nos ofereça uma solução para as nossas compras. Estamos entrando de verdade em uma nova era, na qual temos que assumir a responsabilidade por nossas ações e seus reflexos no planeta. Sacolas retornáveis são o mínimo que podemos fazer, um hábito novo e uma ação cotidiana de respeito ao meio ambiente. Adote uma, ou duas ou três, e carregue-as consigo sempre. Seja um consumidor consciente, um cidadão da nova era. Não é tão difícil quanto parece!
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07 dez |
Santa Bárbara D’Oeste inova na redução do consumo de sacolas plásticas |
Oferecer caixa preferencial para os clientes que não usam sacolas plásticas é uma forma inovadora e muito interessante de estimular o uso de sacolas retornáveis! É também uma maneira de prestigiar os consumidores conscientes, que trouxeram suas sacolas de casa e estão fazendo sua parte para deixar o planeta mais limpo!
O Walmart iniciou em novembro um teste com caixa preferencial para quem não usa sacolas plásticas em sua loja ecoeficiente no Morumbi em São Paulo, e os resultados foram surpreendentes: o caixa tem as maiores filas da loja, tanto que já se está pensando em abrir um segundo caixa preferencial para atender a demanda! Outra observação interessante é a reação dos clientes nos caixas comuns, que olham para os consumidores conscientes do caixa preferencial com um certo constrangimento, com cara de “eu deveria fazer o mesmo”! O Walmart pretende expandir o programa de caixas preferenciais para todos os seus hipermercados, a começar pela nova loja de Brasília, ainda em dezembro.
Os vereadores de Santa Bárbara estão de parabéns pela ação inovadora de estímulo à redução de sacolas plásticas. Dar incentivos positivos é sempre mais estimulante que incentivos negativos. É interessante notar também que os vereadores entenderam que não basta mudar o material do que é feita a sacola plástica, e sim que é necessário mudar os hábitos da população. É o que vimos dizendo: o exemplo é importante e contagiante. Vamos passar esta ideia para frente!