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25 ago |
Sacolas plásticas são problemão, diz Sérgio Abranches |
CBN – A rádio que toca notícia – Sérgio Abranches.
Ouça o comentário de Sérgio Abranches desta manhã, na CBN. Para o comentarista, “Sacolinha de plástico não é probleminha, é problemão e lixo plástico é sério problema global“.
Se alguém precisava de uma segunda (e embasada) opinião…
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03 ago |
Sancionada a Política Nacional de Resíduos Sólidos |
Este 2 de agosto de 2010 tornou-se um dia histórico para a sociedade brasileira: a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) foi sancionada pelo Presidente da República, após 20 anos de tramitação no Congresso Nacional.
A PNRS é o novo marco na gestão de resíduos sólidos no Brasil, estabelecendo obrigatoriedades fundamentais para que deixemos de ser um país onde prevalecem os lixões, o desperdício e a falta de dignidade aos cidadãos que trabalham com os materiais recicláveis. A Política determina a proibição da abertura de novos lixões e a obrigação dos municípios em estruturar a coleta seletiva, com participação das cooperativas de catadores para viabilizar a separação e correta destinação dos recicláveis.
A lei faz a distinção entre rejeito (o que não é passível de reaproveitamento) e resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado), se referindo a todo tipo de resíduo: doméstico, industrial, da construção civil, eletroeletrônico, lâmpadas de vapores mercuriais, agrosilvopastoril, da área de saúde, perigosos, etc.
Os objetivos da PNRS são a não-geração, redução, reutilização e tratamento de resíduos sólidos, bem como destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos. Redução do uso dos recursos naturais (água e energia, por exemplo) no processo de produção de novos produtos, intensificar ações de educação ambiental, aumentar a reciclagem no país, promover a inclusão social, a geração de emprego e renda de catadores de materiais recicláveis. É uma lei ousada, mas que vai mudar muita coisa, inclusive a forma como olhamos para o lixo que geramos.
A Política institui o princípio de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, abrangendo fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, mas também os consumidores. Sim! Agora todos nós somos responsáveis por separar corretamente os recicláveis, encaminhar embalagens e produtos especificados na lei para que a logística reversa funcione, e por reduzir nossa geração de resíduos e rejeitos.
Este novo panorama, em que somos todos responsáveis, onde a coleta seletiva passará a ser a regra, onde haverá a revalorização dos resíduos e sua reinserção no ciclo produtivo, também mudará a forma como olhamos para as sacolas e sacos plásticos. Como?? No momento em que passarmos a (1) diminuir o volume de lixo que geramos, (2) separar os recicláveis e (3) encaminhá-los corretamente para a reciclagem, reduziremos significativamente a necessidade de embalar nossos resíduos em sacos plásticos – na verdade, poderemos chegar ao ponto de embalarmos apenas os nossos rejeitos, encaminhando corretamente os resíduos. Em um futuro próximo, quem sabe, poderemos acondicionar os rejeitos orgânicos em sacos compostáveis, permitindo que tudo seja revalorizado através da compostagem.
O Presidente orientou para que a Política Nacional de Resíduos Sólidos seja regulamentada com urgência, para que ainda este ano comecemos a ver seus reflexos em nosso dia a dia.
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30 jul |
Uma ótima idéia |
Quando falamos em sacos e sacolas plásticas, temos o costume de pensar só nas sacolinhas de supermercado e esquecemos que praticamente tudo hoje vem envolto em filme plástico. Desde a revista na banca até o estofamento do carro novo, a geladeira, e até os chicletes! Tudo isso se enquadra na categoria “sacos plásticos”.
Um empresário gaúcho, que gerava em seu negócio toneladas de sacos plásticos por mês, teve essa excelente ideia de transformar o seu resíduo em algo útil. Não sabemos quando esta matéria foi ao ar, mas resolvemos publicá-la para que mais pessoas conheçam esta experiência super benéfica para o meio ambiente.
Quem sabe mais empresários possam implementá-la? Fica a dica.
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19 jul |
Entenda melhor a lei de sacolas plásticas do Rio |
A entrada em vigor da lei de sacolas plásticas no Rio deu o que falar e foi notícia nos maiores telejornais do País. Se você não viu na sexta-feira, assista aqui e entenda melhor o que muda com esta lei pioneira. Fiquemos atentos!
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09 jul |
Contaminação de ecobags |
Na última semana, a Folha Online divulgou pesquisa realizada nos Estados Unidos demonstrando o risco de contaminação cruzada de alimentos carregados em sacolas retornáveis – as ecobags. As sacolas, utilizadas diversas vezes, podem conter bactérias como a E. Colli e Salmonela, contaminando alimentos crus transportados nelas.
Esta pesquisa foi um alerta mesmo para nós, da campanha Saco é um Saco, da necessidade de não apenas estimular o uso de sacolas retornáveis em lugar das sacolas plásticas, mas também de orientar como este uso deve ser feito.
É FUNDAMENTAL LAVAR AS ECOBAGS!
Feitas dos mais diferentes materiais mas geralmente de lona ou tecido, as ecobags são, obviamente, passíveis de ficarem sujas. Com o uso continuado, o contato com diversos produtos, com o chão do carro, o chão de casa, o caixa do supermercado, é de se esperar que carreguemos para casa mais do que nossas compras…
De acordo com o estudo, 97% das pessoas questionadas nunca havia lavado as sacolas. Uma limpeza bem feita poderia matar quase todas as bactérias que se acumulam nas sacolas, informaram os pesquisadores. Outro toque importante dos pesquisadores é separar as sacolas usadas para transportar alimentos crus das demais e não carregar itens como roupas e livros nas sacolas de comida.
Para transportar produtos molhados ou congelados, sugerimos o uso de um saquinho de plástico (sim, um saquinho plástico!). Este saquinho pode ser lavado, colocado para secar e reutilizado indefinidamente. Não há razão para não utilizarmos soluções práticas desenvolvidas e disponíveis, como é o caso de um saquinho plástico – é importante apenas usá-las conscientemente, pensando no impacto causado ao meio ambiente. Um saquinho só, reutilizado muitas vezes, ajuda e não traz dano à natureza.
Novos hábitos trazem a necessidade de adequação, adaptação. Vivendo e aprendendo. Usar sacolas retornáveis é sinônimo de saúde para o meio ambiente, mas deve ser sinônimo de saúde também para nós. Portanto, lave sua ecobag com frequência!
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22 jun |
Califórnia vai banir sacolas plásticas gratuitas |
Nos Estados Unidos, só o estado da Califórnia distribui 19 bilhões de sacolas plásticas ao ano! É muita sacola…
Motivados pelo desastre ambiental do petróleo liberado no Golfo do México, as autoridades californianas resolveram tomar uma atitude a respeito das sacolas plásticas – elas próprias fruto do petróleo e, portanto, demandantes desta indústria perigosa – e definiram em lei o banimento da distribuição gratuita do item.
Aguardando assinatura do Governador Arnold Schwarzenegger, a lei estabelecerá que a venda das sacolas a 25 centavos de dólar será permitida. As experiências internacionais demonstram que esta limitação é muito bem-sucedida em reduzir drasticamente o consumo de sacolas plásticas – na Irlanda, a redução foi de 97%, e, em Washington, onde a cobrança de 5 centavos foi estabelecida no final do ano passado, o consumo caiu de 22 milhões para 3 milhões de sacolas ao mês!
Será esta a melhor alternativa para reduzir o consumo de sacolas plásticas?
No Brasil, muito se fala no uso que todos fazemos das sacolas plásticas gratuitas como saquinhos de lixo, e este é o maior argumento para que as sacolas não deixem de ser distribuídas. No entanto, ainda que haja esta alta taxa de reutilização das sacolas plásticas, muitas acabam parando na natureza ou nos bueiros, além de colaborarem para a diminuição da vida útil de aterros e lixões ao impermeabilizarem os montes de lixo e favorecerem a geração de bolsões de gás metano.
Há outras soluções para o acondicionamento de lixo doméstico que reduzem a necessidade de sacos plásticos – há até mesmo sacos plásticos mais interessantes ao meio ambiente do que as sacolas plásticas feitas de matéria-prima virgem, como é o caso dos sacos feitos de plástico reciclado. A separação do lixo e correta destinação dos materiais recicláveis, como garrafas de vidro e PET, dispensa o uso de sacolas plásticas. A compostagem de resíduos orgânicos exigirá uma forma biodegradável e compostável de acondicionamento do lixo de cozinha e podas de jardim.
O fato é que precisaremos – um pouco atrasados em relação a outras nações do mundo – aprender uma nova relação com o lixo que geramos. Antes de mais nada, reduzi-lo ao máximo, pois o planeta não é grande suficiente para nós e todo o resíduo que geramos. Depois, olhar para o que antes chamávamos “lixo” e começar a ver “matéria-prima“, “dinheiro“, “oportunidade“, “renda para família mais carentes” – materiais recicláveis como plástico, vidro, aço, alumínio, e também os resíduos orgânicos, são fonte de renda e matéria-prima para produzir novos itens. É preciso rever nossos conceitos frente a nova realidade: a de um planeta exausto e lotado de pessoas que querem consumir sempre mais e mais.
Como dizemos sempre, sacolas plásticas são só a ponta do iceberg – mas uma ótima oportunidade para começar a olhar diferente para hábitos arraigados e automáticos que trazem consequências danosas à nossa própria qualidade de vida. Não custa nada lembrar mais uma vez: ao mudarmos de atitude como consumidores, nos tornarmos mais responsáveis com o futuro, não estamos “salvando o planeta” – e sim a nós mesmos.
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21 jun |
Tijolos de plástico reciclado |
Lembra da época em que você brincava com joguinhos de encaixar? Encaixando bloquinhos, logo sua casinha estava pronta! Em cima desse conceito, a empresa Ecomat Research criou seus tijolos encaixáveis – feitos de plástico reciclado!
Os tijolos podem ser usados na construção de casas e prédios, de forma muito simples: é só ir encaixando um no outro. Segundo a empresa, os novos tijolos oferecem isolamento térmico, acústico e ainda protegem contra terremotos.
Analisando pelo ótica da engenharia civil, os tijolos de plástico reciclado são uma grande novidade. Olhando pelo lado da sustentabilidade, eles são ainda melhor!
Por serem “encaixáveis”, dispensam materiais usados nas construções convencionais como vigas e cimento, o que representa economia nos gastos e insumos nas construções – nunca é demais lembrar que a construção civil é responsável pela extração de 35% de minérios e outras matérias-primas.
Como são feitos de plástico reciclado, impedem que o plástico descartado chegue à natureza ou acabe em bueiros, dando uma nova utilidade a ele. Além disso, são mais leves, auxiliando na logística de distribuição, havendo uma redução do uso dos combustíveis fósseis, e por conseguinte, uma menor taxa de emissão de CO2.
A pergunta que não quer calar agora é: “Com quantas sacolinhas plásticas se faz uma casa??”.
Quer saber mais sobe esta invenção inovadora? Acesse o site da empresa: http://www.ecomatresearch.com/
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07 mai |
Sacolas plásticas no Jornal Nacional |
Esta semana, o Jornal Nacional apresentou uma série de reportagens sobre a ameaça ambiental que não depende de acidentes para provocar estragos: a produção descontrolada de lixo.
Uma questão importantíssima e muito bem retratada pelo noticiário, o aumento do volume de lixo é consequência natural do crescimento populacional e do poder aquisitivo desta população. No Brasil, novos consumidores ávidos por produtos que antes não estavam ao seu alcance financeiro, surgem à medida que mais pessoas saem da linha de pobreza e atingem a classe média. Um maior consumo é sinônimo de mais lixo: mais embalagens, troca mais rápida de bens, etc.
Ontem, o JN mostrou a questão do consumo excessivo de sacolas plásticas e soluções encontradas por supermercadistas e outros varejistas para ajudar o consumidor a diminuir a quantidade de sacolas que leva para casa. Sacolas retornáveis, caixas de papelão, deixar as embalagens desnecessárias para encaminhar à reciclagem – são inúmeras as alternativas para reduzir o uso de sacolas plásticas. Até mesmo os fabricantes de produtos em geral estão preocupados com a situação, diminuindo suas embalagens ou incluindo alças de transporte dos produtos (caso do papel higiênico Neve, da empresa parceira da campanha Saco é um Saco, Kimberly-Clark).
Assista à reportagem e conheça essas e outras iniciativas importantes para mudarmos nossos hábitos e a herança que deixaremos para o planeta!
Saco é um saco!! Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você!
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07 mai |
O exemplo de Estela |
O que você pensaria caso se deparasse com a seguinte cena: um belo sábado de sol no Arpoador (Rio de Janeiro), água digna do Caribe, e, na areia, está uma mulher na beira dos 60 anos, tirando a costura dos sacos plásticos com areia que são usados para improvisar escadas a beira mar. Ela é louca?
Estela Batracke, 59 anos, uma carioca consciente, preocupada com o futuro que vai existir para os seus netos, realizava um trabalho de formiguinha. Após a ressaca, os sacos foram parar quase que na beira do mar. Indignada com essa situação e pela falta de ação dos órgãos públicos, Estela agachou-se e, com a ajuda de algumas pedrinhas, rompia as costuras dos pesados sacos e os esvaziava. Por amor ao Rio e ao futuro, ela separava os sacos plásticos para evitar que eles fossem parar no mar, podendo ser ingeridos pela fauna.
Sem querer, Estela acabou tendo os seus 15 minutos de fama quando colunista Ruth de Aquino, da revista Época, a observou e registrou seu esforço solitário. Estela deu uma super lição de educação ambiental. Qual foi a última vez que você fez alguma coisa pelo meio ambiente?
Confira abaixo a matéria na íntegra, gentilmente cedida pela colunista Ruth Aquino, que escreve no blog Mulheres 7 x 7, da revista Época:
Era sábado de sol e o Arpoador – como se chama aquele final de praia em Ipanema, no Rio – estava glorioso depois das chuvas. Mar transparente, calmo, o céu translúcido. Vi a mulher com boné de estampa camuflada e biquíni rosa, corpo bem feito sem ser jovem, agachar-se na areia e começar a esvaziar, um por um, os sacos pesados de areia que antes serviam de “escada” para o calçadão e tinham sido arrastados pela ressaca.
Era um trabalho demorado, meticuloso. Primeiro, ela pegava pedrinhas afiadas para cortar a linha que costurava e amarrava os sacos. Era uma linha grossa, impossível de tirar com as mãos, porque feria os dedos. Depois, ela usava sua força para desenterrá-los. Aí, esvaziava os sacos da areia molhada e escura. E os separava todos ao lado.
Pensei: é louca? Ou será que vai vender os sacos? Quanto valem esses sacos? É o nosso complexo de catador de lixo, catador de lata, catador de papelão. Tanta gente faz disso um negócio para sobreviver. Mas não parecia ser o caso daquela personagem.
Os banhistas passavam, sei lá o que pensavam, mas todos olhavam para ela. Então eu a fotografei com meu celular e a imagem abre este post. E resolvi perguntar: “Desculpe, mas o que você está fazendo?”
“Estou esvaziando os sacos para jogar no lixo e evitar que eles vão para o mar. Sabe, tenho netos. E quero um mundo melhor para eles, com menos poluição. Quero um Rio melhor porque amo essa cidade maravilhosa, não merecemos essa sujeira. Se todos nós fizéssemos um pouquinho, se cada um fizesse a sua parte, os bueiros não ficariam entupidos com o lixo nas enchentes, o planeta ficaria mais habitável, que maravilha ia ser. Sei que é pouco o que estou fazendo, mas pelo menos estou fazendo alguma coisa. Fico com a consciência mais tranquila. Eu desenterro também os sacos que ficam na beirinha do mar”.
Eu fiquei encantada.
O nome dela é Estela Batracke e tem 59 anos.
Passei a foto para um amigo jornalista do Globo, Joaquim Ferreira, que publicou a imagem com uma nota em sua coluna Gente Boa.
Depois, ela me mandou um email, que reproduzo aqui. As maiúsculas são de autoria dela, conservei a mensagem como recebi. Alô, Eduardo Paes, prefeito do Rio. (e Alô, prefeitos de todas as cidades que convivem com danos ambientais e jogo de empurra-empurra entre os órgãos responsáveis).
“Oi, Ruth, tudo bem? Aqui é Estela Batracke, a cidadã que vc fotografou na praia. Pois é, ganhei meus minutos de celebridade, e por isto estou aproveitando p/convencer o prefeito a mudar as escadas improvisadas com saco plástico, que tanto comprometem a BOA IMAGEM DA CIDADE E AGRIDEM O MEIO AMBIENTE. Mandei a sugestão via e-mail e está protocolada sob o número 1216203. A escada foi construída novamente, mais sacos e sacos empilhados!!!!!! Pedi a Comlurb p/retirar os sacos, mas eles alegaram falta de respaldo legal. Segundo o funcionário, o assunto é de competência do meio ambiente, não dá pra acreditar. A Comlurb é órgão público responsável pela limpeza da praia, tem PODER DE POLÍCIA. O funcionário informou que só pode tirar os sacos quando alcançam o espelho d’água…. sem comentários. A Natureza agradece a sua atenção e a oportunidade de abrir espaço p/colocar a boca no mundo. Ainda dá tempo p/recuperar as agressões feitas a nossa mãe GAIA. abraços. Estela”
Achei um barato a militância de Estela, a avó de biquíni rosa e tanta energia.
Mais bacana ainda foi a coincidência : no dia 22 de abril, comemorou-se o Dia Mundial do Planeta Terra, com o seguinte lema – “Mude suas atitudes. Transforme o futuro!”. A data foi criada em 1970 com o objetivo de alertar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente. E conscientizar a todos sobre a importância de pequenos gestos, que podem mudar o mundo.
E você? O que acha de Estela? Você faz algo para ajudar a salvar o planeta para as gerações de seus filhos e netos? Ou ajuda a destruir o meio ambiente?
*Agradecemos a gentileza da colunista Ruth de Aquino em ceder a foto e o texto.
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26 abr |
Sacolas plásticas na Grande Família! |
No epsódio do dia 8 de abril – “Xô, perereca!”, a Grande Família discutiu a questão do consumo exagerado de sacolas plásticas! Você assistiu??