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27 ago |
A partir de 30 de agosto, sacolas plásticas deixam de ser distribuídas em Jundiaí |
A partir do dia 30, a cidade de Jundiaí vai banir as sacolas plásticas em mais de 70 estabelecimentos! Graças a uma parceria entre a Prefeitura da Cidade, Associação Paulista de Supermercados (APAS), Sindicato do Comércio Varejista, Câmara de Dirigentes Lojistas e os empresários supermercadistas da região, a cidade se unirá à Xanxerê e outras cidades catarinenses que baniram as sacolinhas por ação voluntária coletiva.
Para atrair a população para o movimento, foi criada a campanha: “Vamos tirar o planeta do sufoco”. Com uma identidade visual super bacana, várias peças publicitárias e adesivos, eles pretendem mostrar à comunidade que esta é uma mudança necessária e que trará benefícios para a manutenção da vida na Terra.
Para facilitar a adaptação do consumidor a esta mudança radical em seu dia a dia, os agentes da ação irão trabalhar a conscientização e esclarecer sobre alternativas para acondicionar as compras, mostrando que existem opções com menor impacto negativo no meio ambiente e que podem, ainda, ser também muito práticas.
Os comerciantes oferecerão sacolas retornáveis de TNT que suportam até 15 Kg pela módica quantia de R$1,85. Caso o consumidor tenha esquecido sua sacola retornável, caixas de papelão estarão disponíveis gratuitamente e sacolas de plástico biodegradáveis por R$0,19 (estas sacolas são produzidas a partir do amido de milho, são compostáveis).
Torcemos para que a população de Jundiaí apoie a iniciativa e transforme a cidade em mais um exemplo de que a mudança de hábitos em prol de um futuro mais limpo é não só possível como muito mais fácil do que se pensa!
VAMOS TIRAR O PLANETA DO SUFOCO!! Faça a sua parte! Use sacolas retornáveis.
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25 ago |
Cidade do México começa a cobrar pelas sacolas plásticas |
A nova Lei de Resíduos Sólidos da Cidade do México estabelece que o comércio cobre pelas sacolas plásticas a partir do dia 19 de agosto. O governo da capital espera, assim, diminuir o consumo de sacolas de plástico, que, calcula-se, supera os 20 milhões de unidades diárias somente no Distrito Federal mexicano.
Os comerciantes da capital mexicana deverão cobrar as sacolas de plástico dos clientes – 3, 2 ou 1 peso, dependendo do estabelecimento -, que além disso deverão ser biodegradáveis. Do contrário, se arriscam a serem presos por 36 horas e pagar multas que variam de mil a 20 mil dias de salário mínimo mexicano.
A Lei de Resíduos Sólidos foi aprovada em agosto do ano passado. A Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Distrito Federal dispôs de um ano para estudar e determinar todos os pormenores da legislação. Mas agora que a data chegou, poucos negócios estão preparados para a mudança e ainda não há consenso sobre as regras da nova lei – é o caso do que seja “biodegradável”. As críticas apontam que a lei deveria definir elementos como quais tecnologias de biodegradação serão aceitáveis, como será a fiscalização para a aplicação das sanções e como os consumidores poderão identificar as novas sacolas.
Para Alberto Couttlolenc, deputado do Partido Verde e presidente da Comissão de Meio Ambiente, “O problema no México é que 90% das sacolas são reutilizadas como saco de lixo e são recheadas com produtos orgânicos. Então as sacolas geram gás metano, que é 60% mais prejudicial ao ambiente que o CO2.” Os resíduos orgânicos contidos e encapsulados nas sacolas plásticas – que levam séculos para se decompor – acabam apodrecendo em lugar de biodegradar. A biodegradação gera emissão de CO2 e água, enquanto a decomposição gera CH4 (Metano) e água.
Uma mudança de hábitos no uso das sacolas plásticas entre as mais de 20 milhões de pessoas que habitam a região da Cidade do México e municípios próximos sem dúvida teria um efeito positivo para o meio ambiente da capital. De fato, um estudo recente da TNS Research International revela que os habitantes do Distrito Federal estão mais conscientes e preocupados com o meio ambiente do que o restante dos mexicanos. Imprecisões e ambiguidades à parte, parece que o público da capital está disposto a assumir o desafio ecológico.
A lei provavelmente será revista, para esclarecer pontos de dúvida. Mas sobre uma coisa não há discussão: as medidas para redução do consumo de sacolas plásticas são necessárias e as lei, que sempre trazem um período de adaptação antes de serem postas em vigor, devem ser observadas e cumpridas. Contar com a ineficácia da legislação e não fazer nada não é um comportamento responsável por parte do varejo, que precisa olhar além de seus lucros e eventuais custos de reorganizar seus sistemas e atividades – precisa olhar para a comunidade em que está inserido e que futuro esperamos.
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16 ago |
800 milhões de sacolas plásticas evitadas em um ano de campanha |
Desde seu lançamento, em junho de 2009, a campanha Saco é um Saco reuniu quinze parceiros institucionais de peso como os grupos Walmart e Carrefour Brasil, WWF, CPFL e Kimberly-Clark, e mais de oitenta apoiadores espontâneos entre empresas, ONGs e instituições públicas.
Prevista para ter duração de seis meses, devido à grande adesão popular, a campanha seguiu por 2010, ganhando novos parceiros e aumentando a difusão da mensagem do consumo consciente de sacolas plásticas pelo país. Por influência da campanha e do debate que fomentou na sociedade, inúmeras iniciativas para reduzir o impacto das sacolinhas no meio ambiente surgiram. É o caso da lei que entrou em vigor no estado do Rio de Janeiro em 16 de julho, estabelecendo que todo o comércio deverá oferecer descontos ao consumidor que recusar sacolas plásticas.
Os grandes supermercadistas também correram atrás de facilitar o comportamento ecologicamente correto de seus clientes, implementando programas diferenciados de estímulo ao consumo consciente. O Walmart criou o caixa especial para clientes que usam sacolas retornáveis. O Carrefour começou a banir as sacolas plásticas de seus hipermercados em março. O Pão de Açúcar dá pontos em seu cartão fidelidade aos clientes que recusam sacolas plásticas. Mas não precisa ser grande para fazer o certo: caixas de papelão e sacolas retornáveis já são facilmente encontradas em qualquer o mercado brasileiro.
Todos estes esforços somados nos permitem anunciar que, entre junho de 2009 e junho de 2010, a campanha Saco é um Saco ajudou a evitar 800 milhões de sacolas plásticas no Brasil!
Este número, 5,4% dos 15 bilhões de sacolas plásticas produzidas no país no último ano, reúne as sacolas evitadas pelas três maiores redes de supermercados – Grupos Pão de Açúcar, Walmart Brasil e Carrefour Brasil – e um montante agregado aproximado das demais iniciativas nacionais. Este número pode, inclusive, ser uma estimativa tímida. Iniciativas a do município de Xanxerê/SC (de banimento voluntário) têm se espalhado – já são 15 os municípios catarinenses seguindo esta experiência bem-sucedida – e ainda não levamos em conta, por exemplo, os esforços e resultados já alcançados no Rio de Janeiro.
A marca de 800 milhões de sacolas plásticas evitadas em um ano é, contudo, significativa e mostra que o Brasil está caminhando para um novo padrão de consumo. Os brasileiros estão aderindo ao antigo porém moderno comportamento de levar sua própria sacola quando vão as compras – e entendendo por que isto é tão importante. A campanha Saco é um Saco continua e espera envolver novos setores do varejo, especialmente shoppings e livrarias, para ampliar sua influência benéfica e atingir os consumidores em suas variadas atividades, lembrando que o cuidado com o meio ambiente precisa estar em nossas mentes todo o tempo.
Fernanda Altoé Daltro
Coordenadora Técnica da campanha Saco é um Saco
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26 jul |
O exemplo de Xanxerê contagia mais 5 cidades! |
Xanxerê, em Santa Catarina, foi a primeira cidade do Brasil a banir sacolas plásticas de maneira voluntária: sem que qualquer lei fosse necessária, a comunidade de Xanxerê, seu governo e seus varejistas, se uniram para reduzir o impacto ambiental causado pelas sacolas plásticas e, coletivamente, baniram o item de seu cotidiano. Cerca de 1 milhão de sacolas plásticas deixam de ser consumidas e descartadas por mês na cidade!
Depois da bem-sucedida iniciativa, outras 14 cidades dos arredores adotaram o modelo de Xanxerê e mais 5 estão em vias de iniciar suas experiências.
Abaixo, flyer elaborado pelo Lions do Distrito LD 8, parabenizando a iniciativa de Xanxerê e também estimulando a adoção de sacolas retornáveis e a recusa de sacolas plásticas.
O Jornal Zero Hora também comentou a boa experiência catarinense e falou das alternativas para acondicionamento de compras e lixo. Acesse a matéria aqui: Zero Hora – Julho 2010.
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19 jul |
Entenda melhor a lei de sacolas plásticas do Rio |
A entrada em vigor da lei de sacolas plásticas no Rio deu o que falar e foi notícia nos maiores telejornais do País. Se você não viu na sexta-feira, assista aqui e entenda melhor o que muda com esta lei pioneira. Fiquemos atentos!
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15 jul |
Passa a valer, nesta sexta, a lei de sacolas plásticas no Rio de Janeiro |
A lei estadual nº 5.502 de 2009, que estabelece a substituição e recolhimento das sacolas plásticas no comércio do estado do Rio de Janeiro, entrará em vigor nesta sexta-feira, dia 16 de julho. Apesar da tentativa de adiar o início da aplicação da lei para 2011, o governador do Rio vetou e manteve a data.
A legislação do Rio determina que, em até 3 anos, o comércio terá de substituir as sacolas plásticas por sacolas reutilizáveis. A lei é pioneira em determinar que o comércio dê 3 centavos de desconto para cada 5 produtos aos consumidores que recusarem o uso de sacolas plásticas, a exemplo da experiência bem-sucedida do Walmart Brasil. Além disso, determina também a troca de 50 sacolas plásticas por um quilo de arroz ou feijão, como forma de estimular a reciclagem.
Deixando de lado a controvérsia, será a primeira lei estadual no Brasil a instituir a substituição das sacolas plásticas não por sacolas de outro material, mas por sacolas reutilizáveis, e também a primeira a propor como alternativa o desconto para aqueles que recusarem sacolas plásticas. O desconto é uma forma de estimular e educar a população a mudar seus hábitos. O Walmart tem tido ótimos resultados, com grande adesão ao programa.
O estado do Rio acabará se tornando um laboratório, um termômetro, que medirá quão conscientes e dispostos a mudar estão os brasileiros em relação às sacolinhas plásticas. Ao não mudar apenas o material, mas estabelecer a gradual substituição por sacolas resistentes e reutilizáveis, o estado estará efetivamente empurrando seus cidadãos a um novo hábito, a uma nova realidade. As sacolinhas deixarão de fazer parte de seu cotidiano, o que os “obrigará” a procurar alternativas.
Uma campanha educacional é necessária, para informar a população sobre as mudanças e também sobre soluções. A Secretaria de Meio Ambiente do RJ está em parceria estreita com o Ministério do Meio Ambiente, implementando a campanha Saco é um Saco no estado.
Ficamos na torcida para que o carioca abrace essa causa e ajude a transformar sua cidade e suas praias!
Saco é um saco. Pra cidade, pro planeta, pro futuro, pra você.
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09 jul |
Contaminação de ecobags |
Na última semana, a Folha Online divulgou pesquisa realizada nos Estados Unidos demonstrando o risco de contaminação cruzada de alimentos carregados em sacolas retornáveis – as ecobags. As sacolas, utilizadas diversas vezes, podem conter bactérias como a E. Colli e Salmonela, contaminando alimentos crus transportados nelas.
Esta pesquisa foi um alerta mesmo para nós, da campanha Saco é um Saco, da necessidade de não apenas estimular o uso de sacolas retornáveis em lugar das sacolas plásticas, mas também de orientar como este uso deve ser feito.
É FUNDAMENTAL LAVAR AS ECOBAGS!
Feitas dos mais diferentes materiais mas geralmente de lona ou tecido, as ecobags são, obviamente, passíveis de ficarem sujas. Com o uso continuado, o contato com diversos produtos, com o chão do carro, o chão de casa, o caixa do supermercado, é de se esperar que carreguemos para casa mais do que nossas compras…
De acordo com o estudo, 97% das pessoas questionadas nunca havia lavado as sacolas. Uma limpeza bem feita poderia matar quase todas as bactérias que se acumulam nas sacolas, informaram os pesquisadores. Outro toque importante dos pesquisadores é separar as sacolas usadas para transportar alimentos crus das demais e não carregar itens como roupas e livros nas sacolas de comida.
Para transportar produtos molhados ou congelados, sugerimos o uso de um saquinho de plástico (sim, um saquinho plástico!). Este saquinho pode ser lavado, colocado para secar e reutilizado indefinidamente. Não há razão para não utilizarmos soluções práticas desenvolvidas e disponíveis, como é o caso de um saquinho plástico – é importante apenas usá-las conscientemente, pensando no impacto causado ao meio ambiente. Um saquinho só, reutilizado muitas vezes, ajuda e não traz dano à natureza.
Novos hábitos trazem a necessidade de adequação, adaptação. Vivendo e aprendendo. Usar sacolas retornáveis é sinônimo de saúde para o meio ambiente, mas deve ser sinônimo de saúde também para nós. Portanto, lave sua ecobag com frequência!
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29 jun |
Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária – Brasil Rural Contemporâneo |
Aconteceu em Brasília entre os dias 16 e 20 de junho, a VII Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária – Brasil Rural Contemporâneo. Organizada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e Incra, foi um belo exemplo de como um centro de compras consegue adotar práticas sustentáveis de maneiras bem simples, como a utilização de sacolas retornáveis, práticos carrinhos de compras e estações de coleta seletiva.
A feira ocorre desde 2004, e já foi realizada em Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Em 2005, os organizadores resolveram fazer alguma coisa para diminuir o uso de sacolas plásticas que eram usadas no evento. De 2005 a 2009, as compras realizadas na feira eram acondicionadas em sacolas de papel, fornecidas pela organização e expositores. Além disso, os visitantes tinham a disposição carrinhos de supermercado para facilitar as compras e a locomoção no evento.
Em 2010, a Feira resolveu inovar, na entrada da feira eram distribuídas sacolas retornáveis feitas em algodão e com capacidade para 30kg.O consumidor chegava aos estandes para as compras já com a “ecobag” nas mãos. Os carrinhos também estavam disponíveis, porém numa versão menor. Segundo a organização da feira foram distribuídas 90.000 sacolas nos 5 dias de evento
Fotos: Eduardo Aigner/Arquivo MDA
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07 jun |
Sacolas retornáveis ajudam a preservar a vida! |
Ontem, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, o programa A3P – Agenda Ambiental na Administração Pública – do MMA, promoveu a 1º Caminhada por um Brasil Sustentável na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A ação, que ocorreu em parceria com a ONG Rodas da Paz, PNUMA, ANA, ADASA e CNPq, reuniu cerca de mil pessoas entre caminhantes, ciclistas, curiosos e indígenas instalados nos gramados em frente ao Ministério da Justiça.
A campanha Saco é um Saco estava presente com a instalação “Preservar a vida”, na qual reforçamos que a pequena atitude de usar sacolas retornáveis em lugar das sacolas plásticas ajuda a preservar a biodiversidade, diminuindo a poluição e morte de animais por ingestão do plástico. A instalação, em parceria com o Walmart, chamou bastante a atenção e passou o recado neste Ano Internacional da Biodiversidade.
Num domingo frio em Brasília, foi bonito ver as camisetas amarelas do evento colorindo a Esplanada em um grande movimento a favor de um Brasil sustentável!
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11 mai |
Ação do Dia das Mães da campanha Saco é um Saco |
No sábado 08, a campanha Saco é um Saco mudou um pouco o seu público-alvo. As donas de casa e empresas do varejo foram substituídas pelas… CRIANÇAS. Fomos ao Shopping Boulevard, em Brasília, e participamos do projeto infantil de teatro “Hora animada”, com a companhia de contadores de histórias Matrakaberta.
Cerca de 25 crianças ficaram vidradas enquanto os atores contavam uma história sobre o dia das mães, e depois entramos para falar sobre a campanha. Imaginem vocês, 25 crianças, super concentradas, ouvindo falar que as sacolinhas entopem bueiros, sujam as cidades, matam os animais… Foi um sucesso! Após a nossa participação, distribuimos sacolas retornáveis para as crianças entregarem aos pais e explicarem o porquê de não usar mais sacolas plásticas. O mais incrível foi o email que recebemos hoje, de um dos pais – ou no caso, tio – presentes:
“Minha sobrinha Júlia (4 anos) estava ontem a noite brincando de escolinha com a avó e as bonecas. Ela, a professora, começou a aula e de repente começou a falar:
- Não pode jogar lixo na rua, nem sacolinha plástica na água, porque senão, a tartaruguinha vem e come achando que é comidinha e os peixinhos também, e também porque fica sujo e feio…” – relatou Bruno Farias.
Ficamos felizes e surpresos ao saber que a mensagem da campanha é tão bem compreendida e repassada pelas crianças. A educação é sem dúvida o caminho para mudarmos o mundo!
Então, faça como a Júlia: diga não às sacolas plásticas!!
SACO É UM SACO! Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra vc.